quarta-feira, 10 de julho de 2013

Um dia de muita alegria na Alemanha

EBI do país realiza evento para crianças


Por Ivonete Soares (*) / Fotos: Cedidas
ivonete.soares@arcauniversal.com

Voluntários da Educação Bíblica Infanto-Juvenil (EBI) da Alemanha proporcionaram às crianças do país, recentemente, um dia completamente diferente do que elas estão acostumadas.
Uma festa ao ar livre reuniu os pequeninos de todas as sedes da Universal no país, aproveitando os poucos dias de sol e calor que fazem por lá.

As educadoras, por meio de um intenso trabalho voluntário que já realizam há pelo menos 17 anos na Alemanha, se empenharam para fazer desse dia um momento de muita diversão para os pequeninos.

Porém, a preocupação não foi somente preparar uma festa com balões, músicas ou proporcionar um lanchinho diferente, mas, acima de tudo, transmitir para as crianças uma mensagem de fé e ensinar como utilizar essa certeza em todos os momentos, inclusive nos mais difíceis.

De acordo com a educadora voluntária da EBI, Yolanda Xavier, tudo foi preparado com muito amor e carinho. “E as crianças puderam perceber isso. Elas comeram guloseimas, receberam lembrancinhas, mas o que achei mais interessante foi a forma que usamos para contar a historinha de Jesus acalmando a tempestade. Nós montamos um barco na salinha e pedimos para as crianças serem os discípulos. Então, apagamos as luzes e colocamos barulho de chuva e trovões. Eles realmente se envolveram na história e, dessa forma, pudemos fazê-los entender que quando temos Jesus em nossas vidas, não precisamos ter medo de nada, porque Ele nos socorre. Foi realmente um dia muito divertido", descreveu.

Para a responsável geral pelo trabalho da EBI na Alemanha, Débora Hahn, o objetivo de mostrar a vida que Jesus pode oferecer a cada um de nós tem sido cumprido a cada dia. “Nossa preocupação é levar cada uma dessas crianças a encontrar o Deus vivo e, por meio da fé, provocarem uma mudança em suas vidas, a exemplo do que tem acontecido com muitas que chegam até nós e, muito embora sendo tão novinhas, têm colocado a fé em prática e sido abençoadas. Para mim foi muito gratificante ver o sorriso no rosto desses pequeninos."
(*) Com informações da Universal Alemanha

terça-feira, 9 de julho de 2013

Nós somos a Universal

No 36º aniversário, bispo Edir Macedo fala da importância desse caminho percorrido


Por Andre Batista / Imagens: Cedidas
andre.batista@arcauniversal.com
Sorridente, a dona de casa Sueli Freire, de 78 anos, posa com o livro que conta a história da Universal aberto em suas mãos. Na foto, o jovem Edir Macedo realiza seu sonho de pregar a Palavra para um salão cheio. Há pouco tempo, ainda em 1977, ele subira pela primeira vez em um coreto do Méier, bairro carioca, para evangelizar. Tantas pessoas se abriram para aquelas palavras que um  galpão foi necessário. O local, proposto por Albino da Silva, 1º obreiro da Universal, era uma funerária falida.
Sob os dedos orgulhosos de Sueli está a própria imagem. Trinta e sete anos atrás, antes de a Universal estar presente em vários cantos do mundo, ela já estava ali. “Fui lá brigar com aquele sujeito que falava mal do que eu praticava! Mudei minha vida.”
Sueli percebeu que sua vida ia por um caminho ruim e se converteu às palavras do então pastor Macedo. Foi batizada nas águas em 1979 e, a partir dali, aprendeu a viver de maneira “limpa”, como sempre diz.
A cada reunião, o número de companheiros de Sueli crescia e, já em 1986, o 1º templo fora do Brasil foi construído, em Nova York, Estados Unidos.
Dois anos depois, a Universal alcançou a forma de mídia mais forte do Brasil, a televisão. A partir de então, os projetos sociais, que já eram realizados desde a funerária (hoje Cenáculo  da Abolição), ganharam ainda mais energia, com um único objetivo, destacado pelo próprio bispo Edir Macedo ao Portal Arca Universal:
“Cada alma resgatada do inferno é um marco principal, histórico e fenomenal (nesses 36 anos). A Universal só existe por conta desse objetivo único. Porque o que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a alma?”
Eu sou Força Jovem
A evangelização e o trabalho social da Universal sempre tiveram força, mas ainda era preciso conquistar um público específico: o jovem. Assim, em 1978, surgiu o grupo Força Jovem Universal (FJU).
Trabalhando para educar o jovem e afastá-lo do mau caminho, o FJU já conta com mais de 300 mil integrantes somente no Brasil. Esses jovens, assumindo a responsabilidade de um futuro melhor, combatem os vícios e apostam na Palavra como única salvação.
Marcelo Fernandes (foto ao lado) é um deles. Carateca há 8 anos, hoje ele coordena o projeto de esportes do núcleo de Batista Campos, bairro de Belém (PA). Divulgando o esporte, leva jovens ao caminho da Salvação. Mas só está ali porque há pouco tempo ele mesmo foi salvo.
“Eu não tenho forças, não consigo buscar a Deus”, dizia ele, em janeiro de 2013, ao pastor.
“Basta você vir à igreja. O resto Deus faz.”
Disposto a mudar de vida, após ter sofrido a terceira  overdose em 4 anos de vícios em bebida, maconha, cocaína e mulher, ele mesmo foi procurar apoio. “Eu já conhecia o FJU, mas nunca havia me interessado. Quase morri. Numa overdose, vi uma sombra que dizia: ‘Vim te buscar, desgraçado!’ Eu sabia que ia morrer.”
Aos 16 anos, Marcelo era uma promessa do caratê, tendo ganhado diversos títulos e sendo integrante da Seleção Brasileira. Aos 19, era um viciado que gastava o que tinha e o que não tinha em drogas. Perdeu oemprego, a paz e a saúde. Só não perdeu a vida porque a mãe, frequentadora da Universal, orou insistentemente por ele.
“Eu não podia mais ver minha mãe sofrer, aquilo doía muito.”
Empenhado em ser salvo, procurou o FJU. Com o apoio encontrado, livrou-se do vício, das amizades ruins e voltou ao esporte. Hoje, representando o grupo, atua em campeonatos nacionais e visa ao mundial.
Trocou a cocaína, quase diária, pela oração de todos os dias. Sendo um dos mais de 2 milhões de jovens que já foram auxiliados pelo FJU, atrai mais pessoas para a Igreja por meio do esporte.
“Hoje me sinto honrado, pois sei que Deus conta comigo.”
Eu sou nova vida
Emocionado, Antônio Galdino da Silva Neto (foto abaixo) lembra como foi recebido às portas do Presídio Regional de Sapé, na Paraíba. Acompanhado de dois amigos, viu a enorme fila de visitas se dissolver e correr ao seu encontro. Abraços, beijos e “Graças a Deus!” Ali assumiu o compromisso de melhorar a vida dos reeducandos. Estava lançada sua nova meta.
A vida de Silva Neto é permeada por desafios. De família humilde de policiais, optou pela profissão que reprime criminosos. “Eu era PM (policial militar) linha dura. Achava que matando bandido resolveria o problema da sociedade.” Não apenas deixou de resolver, como causou um problema ainda maior para ele.
Julgado por assassinato, para desespero da família, foi expulso do batalhão e condenado a 40 anos em presídio comum. “Fui condenado à morte. Passei a viver com bandidos que eu havia prendido.” Para cuidar de sua vida, andava armado. Sabia que morreria em breve.
Do lado de fora do presídio onde agora é diretor, o ex-detento comemorou junto aos “fãs”. Conhece as entranhas dos presídios paraibanos e sabe que a oportunidade de mudar a história era essa. Nunca se sentiu tão feliz, nem mesmo quando, após 5 anos encarcerado, voltou a sentir o cheiro da rua.
Há muitos anos a Universal visita os presídios do Brasil. Leva itens básicos de higiene a corpo e mente de presidiários e suas famílias. Reeducação de espírito e conforto de alma. Assim Silva Neto e muitos outros mudaram suas vidas.
“Não sou sentimental, mas chorei muito quando recebi a primeira oração.”
“Cabra macho”, o detento não conteve as lágrimas e aceitou que estava errado. Passou a conviver em paz com os companheiros de cela, a orar por eles e aconselhá-los. E não parou mais.
“Rapaz, é difícil dizer a sensação que se tem quando os pastores chegam no presídio. É uma alegria muito grande, como se o próprio Deus estivesse entrando ali. Isso dá forças para viver até a próxima reunião.”
De reunião em reunião, a Universal o ajudou a mudar o comportamento, assumir os erros, concluir os estudos, constituir família – com Rubenizia, obreira que conheceu em visita da Universal ao presídio, tem 8 filhos e 7 netos – e a revolucionar o jeito de tratar o preso na Paraíba.
“Não é nada impossível nem absurdo, é respeito às pessoas que estão em cárcere. ”Deveria ser regra, mas é exceção. Hoje, o presídio que dirige é exemplo no País inteiro. Saúde, educação e respeito. Itens raros em penitenciárias brasileiras.
Nos 16 anos que seguiram sua soltura, o novo evangelizador visitou todos os presídios da Paraíba diversas vezes e, por isso, foi acolhido com tanto amor em Sapé. Hoje, esse é o único presídio brasileiro onde um ex-detento é diretor. Goza do prestígio da sociedade e do governador e reeduca quem está sob sua custódia.
Todos os domingos, arma telão para os internos assistirem ao culto do bispo Macedo e, orgulhoso, garante: “Devo tudo à Universal, que me ensinou a ser gente como nunca havia sido.”
Conhecendo o mundo por trás das grades
O próprio bispo Macedo soube o que é ficar atrás das grades, quando foi preso, injustamente, em 1992. Esse marco o levou a fazer a única aparição para o lançamento de seu livro “Nada a Perder” em uma penitenciária, em São Paulo, em 2012. A publicação é a primeira de uma trilogia de memórias do bispo e está há quase 1 ano entre as mais vendidas. Na biografia –  que tem coautoria de Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da Rede Record – o fundador da Igreja Universal traz detalhes do que viveu na prisão, fala sobre questões polêmicas, dificuldades enfrentadas, momentos de perseguição e de superação, e revela segredos guardados por décadas.
Eu sou Raabe e sou T-Amar

Amparada pela vizinha, ela desce os degraus do ônibus para chegar ao Cenáculo da Universal na Avenida Celso Garcia (no Brás, zona leste da capital paulista). O peso do corpo é 37 quilos; o peso da alma é incontável. Desde os 9 anos de idade seu pai a vendeu para poderosos políticos do interior do Maranhão. Ensinada a fumar e viciada em bebida alcoólica, Edileuza Teixeira (foto acima) sofre agora com um câncer na garganta que já lhe emudece. Todos os homens que passaram por sua vida só quiseram uma coisa. Desse desejo, engravidou três vezes. Teve dois filhos. Um ficou no Maranhão, outra, já nascida em São Paulo, vive com ela.
Os passos da jovem de 22 anos (24 no RG, pois, para que trabalhasse, seu pai adulterou a idade) vacilam diante de uma senhora de 70 anos que pula, dança e sorri. “Não é possível que ela, nessa idade, esteja feliz, e eu, tão nova, queira me matar." A intenção da moça era jogar a filha do Viaduto do Chá e pular em seguida. Não teve tempo.
Esconde o short bastante curto e a blusinha amarrada acima da barriga atrás do pilar. Não por vergonha. Por medo. “Vão me achar aqui e fazer o mesmo que sempre fizeram comigo.” Longe da raiz do problema, não se sente a salvo. Já fugiu antes, mudou de estado, mas caiu novamente na garra de quem a prostituiu, humilhou e quase matou.
O medo a deixa atenta a tudo. Então, ouve bem o testemunho da mulher que, chorando, conta que foi liberta do câncer na garganta. “É o que tenho. Se for verdade, Deus vai me curar também!” No altar, o bispo Marcelo Crivella não a vê. Ninguém vê. Só o Espírito Santo.
Edileuza tosse. Sente o pus subir à sua garganta e engole, mesmo com nojo. O gosto amargo a faz tossir mais e reclamar em voz alta. Quem está por perto não percebe. Apenas ela, a muda, que agora pode reclamar em voz alta. Cai no choro.

*
Edileuza conta como pisou na Universal pela 1ª vez, há 25 anos. As espectadoras, integrantes do Projeto Raabe, reconhecem nela a personagem bíblica. A ex-prostituta que salvou a alma e a família.
Depois daquele dia,  ela não saiu mais da Universal. Livrou-se do companheiro que a espancava e conheceu o amor de sua vida em um culto. Ele aceitou seus filhos, ela aceitou ser sua esposa. Quando o projeto Raabe foi fundado, não hesitou.
“O Raabe cuida das mulheres que sofrem agressões, que têm medo, que não têm amparo. É a melhor coisa que existe. Se houvesse Raabe quando eu era nova, não teria tentado me matar três vezes.”
Oferecendo o que não teve – apoio psicológico e espiritual – a outras mulheres, ela também se anima ao falar do T-Amar - projeto que oferece apoio espiritual e material às grávidas: “É tudo que eu precisei. Fui expulsa de casa quando fiquei grávida e também ameaçada de morte. Eu era adolescente. O pai não quis saber da criança. Fiquei desesperada. Caí em depressão.”
Hoje, Edileuza comemora fazer parte do Godllywood (grupo voltado para mulheres que almejam fazer a diferença nas próprias vidas e na sociedade), onde estão inseridos o Raabe e o T-Amar. Recentemente, o grupo teve o trabalho reconhecido com uma homenagem na Câmara Municipal de São Paulo pelo bem que vem promovendo à mulher.
Edileuza celebra também a garganta, que ficou livre do câncer; a família, que migrou para a Universal; o perdão, que aprendeu a conceder; o casamento, que é feliz como nenhum outro; a história, que logo será livro. Celebra a vida. E faz planos para o futuro, porque mesmo Raabe, depois de se curvar a Deus, pôde ser feliz.
Nós somos um casal blindado

Desde que nasceu, a Universal aconselha as famílias a manterem uma vida digna e respeitosa. Por isso, quando o técnico em prótese dentária Cláudio Nascimento (foto acima) chegou a seu primeiro culto, sabia que algo ia mudar. A vida a dois com sua esposa já não existia. Ele e Ana Lúcia (foto acima), professora, não eram mais um casal, mas duas pessoas compartilhando a solidão sob o mesmo teto.
Mesmo com o casal de filhos ainda pequeno, Cláudio insistia em levar sua vida de solteiro. Ela, é claro, não aceitava. “Quando namorávamos, ele queria sempre estar por perto. Depois do casamento, nunca estava em casa.”
A situação a levou à depressão. Perguntava-se por que o marido não queria estar com ela e os filhos. Angústia, carência e desespero. Tudo isso a fizeram pensar, cada vez mais, em pôr fim ao matrimônio.
À convite de um amigo, porém, Cláudio chegou à Universal. Aconselhado, mudou suas atitudes. O que antes era desrespeito e falta de comunicação transformou-se em atenção aos filhos e à esposa. Essa atitude levou Ana a acompanhar seu esposo à reunião.
“No começo eu não acreditava na Universal. Mas vi a mudança dele e fiquei curiosa. Lá dentro aprendi que eu também estava errada.”
Além de culpar Cláudio por seus erros, Ana queria que ele assumisse responsabilidades dela. O aconselhamento de casais dentro da Universal fez os dois enxergarem que a compreensão e a comunicação eram primordiais. Com a mudança de hábitos, o amor renasceu.
O livro “Casamento Blindado”, escrito pelo bispo Renato Cardoso e sua esposa Cristiane, veio direcionar o aconselhamento de casais e mostrar a todos que o respeito e a autoavaliação são necessários em qualquer matrimônio. Com cursos, revista, livro e programa na televisão e internet, eles mostram a importância que Deus tem dentro de uma família.
Cláudio e Ana formam um dos milhares de casais que foram salvos na Universal. Trocaram as agressões por demonstrações de afeto e, em Deus, solidificaram uma família que hoje, em suas bodas de porcelana (20 anos de união), é exemplo a todos que os rodeiam.
Nós somos o futuro

A foto que a dona de casa Sueli – lá do começo dessa reportagem – tirou está em seu Facebook. “Eu não sei mexer muito bem, mas meus filhos ajudam.” O álbum conta com fotos dela e de sua família: esposo, filhos, pastores e integrantes da Universal. Mais do que um local de orações, ela – assim como outros milhões – encontraram entre as paredes do templo um lar.
A família que habita esse lar, em breve, ganhará um novo e especial ponto de encontro. Com 60% das obras concluídas, o Templo de Salomão, em São Paulo, deve ser inaugurado até junho de 2014. Serão 28 mil metros quadrados que abrigarão cerca de 10 mil pessoas. No templo, será possível conhecer de perto o mundo em que o grande rei bíblico viveu.
“Como é uma obra singular em todo o planeta, representará também o Único Todo-Poderoso, o Deus de Abraão, de Isaque e de Israel – o Senhor Jesus Cristo”, afirma o bispo Macedo.
E assim como Sueli, milhões de pessoas que formam a família Universal esperam muito por esse momento tão especial.
Enquanto isso, além da foto de Sueli, a Universal também está presente em blogs, sites, redes sociais e naIURD TV, além da Rede Aleluia de Rádio. Tão importante quanto transmitir a mensagem em todas as mídias possíveis, é interagir com quem compartilha das mesmas ideias e metas.
A Universal é Sueli, Edileuza, Marcelo, Silva Neto, Cláudio, Ana. A Universal somos nós. A alegria e a determinação de quem faz parte dessa história, que completa 36 anos, dão a certeza de que muitos outros aniversários ainda estão por vir. É como diz Sueli: “Jesus é a prioridade em nossa vida. Nosso futuro é de muita alegria!”
Assista ao vídeo abaixo e conheça um pouco mais da história da Universal:

segunda-feira, 8 de julho de 2013

PARABÉNS A UNIVERSAL

Tire forças da sua fraqueza

Todos merecem uma nova chance


Da Redação / Fotos: Cedidas
redacao@arcauniversal.com

Aquele que um dia se iludiu com o brilho do mundo, permitindo-se fraquejar diante das próprias obrigações, afastando-se de Deus, merece uma nova chance de regressar aos braços do Pai. Ele deve reunir forças para combater o desânimo, libertar sua alma da influência dos espíritos malignos e entregar novamente sua vida nas mãos de Deus.
Recentemente, a cidade de Bogotá, na Colômbia, recebeu a “Caravana do Resgate”, ministrada pelo bispo Sérgio Correa. Encontros como esse reúnem aqueles que se afastaram de Deus e buscam o avivamento.
A colombiana Yeimy Rocha era uma dessas pessoas. Era obreira da Universal quando um desânimo a tomou e a fez deixar sua fé para refugiar-se no cigarro, no álcool e nas festas. A mãe dela ainda tentava protegê-la, não permitindo que ela saísse sempre. E foi em uma festa que Yeimy conheceu seu marido, com o qual passou os piores momentos de sua vida.
“Os primeiros meses de casamento foram ótimos. Mas logo ele começou a ficar muito ciumento. Uma vez, no meio de uma discussão, saí correndo e ele foi atrás e quase me jogou de uma ponte. Uma pessoa que passava me ajudou e não permitiu que ele fizesse aquilo. Mas o momento mais difícil foi quando, bêbados, começamos a agredir um ao outro. Ele bateu forte na minha cabeça e fiquei desacordada por 24 horas. No hospital, o médico disse ter sido um milagre eu ter sobrevivido ao golpe”, conta.
Depois disso, Yeimy sentia vergonha de voltar para a Igreja. Sua mãe, com quem voltou a morar, insistia em lembrar que Deus a havia salvo da morte por três vezes (quando a jovem ingressou pela primeira vez na igreja, estava muito doente). Ela criou coragem, voltou a fazer as correntes de oração para libertar-se dos vícios e lutar por sua vida espiritual.
“Deus foi preenchendo o vazio que eu sentia. Tive um encontro com Ele e recebi o Espírito Santo. Hoje, sou obreira novamente, e isso só foi possível porque Deus me ajudou”, relata Yeimy, que não voltou para o ex-marido e, por enquanto, não pensa em se casar novamente. "Não tenho mágoas, mas não desejo me relacionar com ninguém agora, apenas me dedicar à Obra."
“Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente. (...) E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou.”Lucas 15:13;20
Mas, para que a transformação realmente se consolide, além do batismo nas águas, é necessário estar atento a uma série de medidas que qualificam e diferenciam um (a) obreiro (a) forte de um (a)  fraco (a). Acompanhe as orientações a seguir, de Luisa Teixeira, esposa de pastor, publicadas no blog de Viviane Freitas:
A obreira fraca sempre tem desculpas para o seu pecado!
A forte não tem vergonha de o assumir!
A obreira fraca, perante os seus erros, sempre atribui a culpa aos outros!
A forte, ainda que seja “prejudicada”, não tem medo de assumir a culpa!
A obreira fraca faz-se de vítima e “coitadinha”!
A forte, ainda que ninguém aposte nela, acredita no seu potencial!
A obreira fraca vê a crítica como um peso!
A forte faz da crítica uma oportunidade de desenvolver!
A fraca tem muito “blá, blá, blá”, mas raramente age!
A obreira forte é de poucas palavras, mas de atitudes seguras!
A fraca reclama e murmura das dificuldades!
A forte agradece, porque sabe que as mesmas a fazem crescer!
A fraca depende da opinião de terceiros!
A forte ouve a voz da Inteligência e age só!
A fraca não admite que é fraca…
A obreira forte tira forças da fraqueza!
A fraca impõe os seus pensamentos e ideias!
A forte expõe a sua opinião com visão!
A fraca faz tudo para chamar atenção!
A forte é um referencial!
A obreira fraca não sacrifica por inteiro…
A obreira forte é o sacrifício constante!

IURD TV - PALAVRA AMIGA 07/07

terça-feira, 2 de julho de 2013

"Caravana do Resgate"

Bispo Sérgio Correa segue resgatando ovelhas perdidas pelo Brasil e pelo mundo


Por Jeane Vidal (*) / Fotos: Cedidas
clea.vidal@arcauniversal.com

No último dia 09, foi realizada - pela terceira vez - a "Caravana do Resgate" em Aracaju, Sergipe.
O Ginásio Constâncio Vieira recebeu milhares de pessoas, vindas de todas as partes do estado, que compareceram em busca de uma transformação de vida.
O bispo Sérgio Correa, responsável pelo grupo de obreiros em todo o mundo,  fez questão de conscientizar a todos os presentes que a alma é o maior patrimônio de uma pessoa, e cabe a cada um a responsabilidade de  definir onde ela passará a eternidade. E ele ressaltou que só existem duas possibilidades.
O evento foi marcado por muitos milagres. Centenas de pessoas foram curadas e libertas e tiveram a oportunidade de se reconciliar com Deus e ter suas vidas restauradas.
Entre os que foram curados estava Gerson Barbosa Macêdo, que devido a um problema nas pernas estava havia 2 anos em uma cadeira de rodas, e, além disso, era cego. Convidado a participar da caravana, Gerson - cansado de viver com essas limitações - aceitou o convite. Estava determinado a não mais aceitar a condição em que vivia. E o milagre aconteceu.
Sem fronteiras
A caravana segue resgatando pessoas no mundo inteiro. Onde houver alguém, que, a exemplo do filho pródigo, tenha abandonado a casa do Pai, iludido com o brilho desse mundo, ela será levada.

Na Colômbia, onde também esteve no início deste mês, o encontro reuniu 8 mil pesssoas no Coliseu El Salitre, em Bogotá.  Durante o evento, o bispo Sérgio Correa explicou a importância de entregar a vida nas mãos de Deus. Assim como em todas as outras caravanas, dezenas de pessoas foram libertas dos espíritos malignos e muitos milagres aconteceram. Após a oração, várias pessoas decidiram se entregar ao Senhor Jesus por meio do batismo nas águas.

(*) Colaborou Cristiane Santos

Conheça as suas raízes

Por que muitas mulheres sofrem com comportamentos que não aprovam, e não têm forças para sair de um ciclo abusivo?


Por Jeane Vidal / Fotos: Demétrio Koch, Marcos A. Silva e Cedidas
clea.vidal@arcauniversal.com

Alguma vez você já se perguntou  de onde vêm seus medos, complexos e inseguranças?
Para responder a essa pergunta é preciso, antes de tudo, entender as raízes do passado.  "A maioria das pessoas não sabe que  por trás da sua maneira de pensar, de agir, existe uma raiz", explicou a escritora e apresentadora Cristiane Cardoso (foto abaixo, à esquerda), na palestra "Raízes: entendendo o passado para mudar seu futuro", realizada neste domingo, 30, no Cenáculo da João Dias, em São Paulo, e transmitido por vídeoconferência para todo o País.
"Quando você não conhece a raiz, você não entende por que faz certas coisas. Normalmente você pensa que é o seu jeito, que, simplesmente, nasceu assim. Mas a verdade é que você faz isso por causa das raízes. Ninguém nasce tímido, ninguém nasce com medo. Mas, ao longo da vida, você vai desenvolvendo certas coisas que acabam influenciando em tudo –  no casamento, na família, nos filhos, nas amizades –, e você acaba sendo prejudicada e não sabe. Você pensa que é diferente das outras pessoas", explicou.
Assim aconteceu com Márcia Pires (foto abaixo, à direita). Devido às muitas raízes do passado, ela se tornou uma mulher insegura, complexada e sem o mínimo de autoestima.
Márcia é fruto de uma "amizade colorida". Sua mãe havia se desquitado e, para suprir a carência emocional, decidiu engravidar de um amigo.
Quando nasceu, embora, a mãe já tivesse sua independência financeira, ainda morava com os pais. Com isso, Márcia acabou sendo criada pelos avós.
Primeira raiz: medo de errar
Já naquela idade, ainda muito criança, Márcia passou a alimentar o pensamento de que morava de favor. Além disso, entendia que de maneira nenhuma poderia causar qualquer tipo de decepção para os avós, que já haviam se decepcionado muito com a filha – desquitada e mãe solteira – um escândalo e uma vergonha para a família, na época.
Márcia sempre recebera muito amor e carinho da parte dos avós. Eles davam a ela o melhor. Entretanto, todas as expectativas que antes depositavam na filha, transferiram para a neta, por isso ela sentia pressionada a buscar sempre a perfeição.
Segunda raiz: sentimento de rejeição
Quando Márcia tinha 8 anos de idade, a mãe comprou um apartamento e decidiu se mudar sem a filha, por não querer tirá-la da companhia dos avós.  Embora visitasse a menina com frequência e suprisse todas as suas necessidades materiais, na cabecinha da criança, ela havia sido rejeitada pela mãe. Márcia não falava, mas, mais do que qualquer coisa, ela queria a companhia da mãe, e foi justamente isso que lhe foi tirado. Então, escondida em seu quarto, chorava.
Terceira raiz: abuso e culpa
Aos 12 anos, ainda morando com os avós, Márcia foi abusada sexualmente por uma pessoa muito próxima à família. Alguém por quem sua mãe tinha muita consideração.  E não foi uma única vez.  Durante um ano inteiro, Márcia foi abusada por esse homem. E ela se calava, pois além de ter em mente que não podia decepcionar os familiares,  temia pela vida do avô. "Se seu avô souber, ele vai morrer do coração", dizia o agressor, para intimidá-la.
Agora não era mais a carência da mãe que sentia. Era ressentimento. Márcia a culpava por todo aquele sofrimento, pois acreditava que se a mãe não a tivesse rejeitado, todo aquele sofrimento teria sido evitado.
Para se ver livre daquela situação, aos 13 anos, Márcia começou a trabalhar. Procurava perfeição em tudo que fazia. Na escola, era a primeira da sala.
Daquele sentimento de rejeição, outras raízes foram brotando dentro dela. Ela se sentia incapaz de agradar a alguém.
“Essas raízes foram colocadas pelos comportamentos em casa. Às vezes você não está falando para a criança: “Você não devia ter nascido!”, “Você foi um erro da mãe!”, mas dá a entender isso com comentários, reclamações, agressões.  A criança vai absorvendo aquilo e vai criando raízes”, esclareceu Cristiane.
O fato de os avós cobrarem de Márcia um comportamento exemplar, lançou sobre ela um peso sobre o qual não tinha estrutura emocional e psicológica para suportar, tendo em vista a carência afetiva que sentia devido à ausência da mãe e à falta de uma estrutura familiar.
“Eu cresci com aquela responsabilidade de nunca decepcionar os meus avós. Eu tinha medo de fazer alguma coisa errada e ser chamada à atenção. Na minha cabeça, qualquer coisa que fizesse estaria trazendo um problema para eles”, lembrou Márcia.
Toda essa vulnerabilidade emocional contribuiu para que o agressor cometesse o abuso.  Márcia não tinha a liberdade, comum às crianças, de conversar com os pais sem reservas. Ela não tinha essa comunicação. Com Márcia era diferente. Ela “devia” ser perfeita – pelo menos em sua cabeça.
"A pessoa que é abusada normalmente se sente culpada. Ela sente que contribuiu para que aquilo acontecesse", ressalta Cristiane. E era exatamente o que acontecia com Márcia. "Na minha cabeça, as pessoas iam falar: ‘O que você fez que provocou isso?’ Então eu não queria dar essa decepção aos meus avós", explicou Márcia.
Não contava para ninguém o que se passava na vida dela, e ninguém nunca percebeu ou desconfiou. Guardava tudo. Aprendeu a fingir e a cada dia se fechava mais. E, ao contrário da maioria que entra em depressão, quando se vê em situações como essa, Márcia se sobressaía em tudo que fazia. No trabalho, nos estudos, e em tudo que se dispusesse a fazer.
Amigos? Não tinha.  Ela não tinha o que oferecer. Quem iria se interessar em ser sua amiga ou amigo? Era assim que pensava. “Eu achava que ninguém nunca iria se aproximar de mim pelo que eu era”, lembra. “Para ter amigos na escola, eu passava cola; no lugar das minhas tarefas, eu fazia as tarefas dos meus colegas para poder conquistar aquela amizade”.
No trabalho era a mesma coisa. As pessoas se aproveitavam do fato dela sempre estar disposta a ajudar, e por isso a exploravam. Márcia explica que “quando você não se valoriza, vende para as pessoas a imagem de como você se vê”.
“Olha só como as raízes determinam a sua vida!”, observou Cristiane. “Às vezes  a pessoa fica reclamando: “Eu não acredito em amor, não acredito em amizade, mas, muitas vezes,  ela está fazendo alguma coisa para ganhar esse tipo de comportamento”, argumentou a apresentadora.
O ciclo abusivo
Aos 17 anos, trabalhando numa multinacional, ganhando um ótimo salário e fazendo faculdade, Márcia conheceu um rapaz e começaram a namorar. Ela, que se sentia incapaz de despertar o interesse de alguém, quando o viu demonstrando um sentimento por ela a ponto de ter crises de ciúmes, ficou encantada.
Contudo, não demorou para ele perceber que ela não se valorizava. A partir daí, começou o ciclo de abuso.
Até então, Márcia nunca havia tido alguém  para dividir seus traumas, suas frustrações, seus medos e inseguranças. Mas agora, ela finalmente havia encontrado uma pessoa que a “amava de verdade” – acreditava. Então, abriu o coração. Contou tudo que estava havia muito tempo guardado – inseguranças, complexos, traumas –, inclusive o abuso sofrido na infância.
Ele tinha um ciúme doentio. Ela, por sua vez, achava tudo aquilo maravilhoso, afinal nunca ninguém havia gostado dela daquela maneira.  E assim, não percebia o abuso emocional que sofria.  O ciúme era tanto que ele a seguia, e as brigas eram frequentes.  Nessas discussões,  ele jogava na “minha cara todo o passado de abuso.”
Certo dia, numa discussão familiar, onde mãe e filha se agrediram fisicamente, Márcia, instigada pelo namorado, contou para a mãe sobre o abuso que sofrera. A mãe, contudo, não acreditou.  Revoltada, ela saiu de casa e foi morar sozinha, o que a fez ainda mais dependente do seu novo abusador: o namorado.
Não bastasse o abuso emocional e verbal que sofrera, agora ela iria enfrentar o abuso físico. Não foram poucas as vezes em que Márcia foi trabalhar com marcas no rosto e no corpo devido às agressões físicas que sofria.
“Muitos criticam quando veem mulheres se submeterem a situações assim. Mas é preciso entender o porquê que ela aceita. Porque não conseguem usar a razão e chegar à conclusão de que aquele relacionamento está fazendo mal. Como é difícil para muitas mulheres que estão presas a relacionamentos assim!”, observou Cristiane.
"É  uma dependência emocional afetiva", explica Márcia. "Você pensa que é amor, mas é uma paixão. Você está ali sofrendo, mas você pensa assim: ruim com ele, pior sem ele."
"Veja como as raízes atrapalham a pessoa", reforçou Cristiane. "Ela não consegue enxergar uma coisa que está à sua frente."
Ele a agredia, a traía, e ela se sentia cada vez pior. Não por causa das traições e agressões, mas pela constatação de que não era capaz sequer de manter aquele relacionamento.
Mesmo trabalhando como secretária executiva, Márcia havia aberto várias lojas com o namorado. Enquanto ela trabalhava fora, ele ficava nas lojas, embora, a administração fosse feita por ela.
Com o passar do tempo, os negócios começaram a ruir, as lojas fecharam e ela teve que assumir as dívidas sozinha. Até fome passou.
Belo Horizonte (MG)
O fim do ciclo
Assim chegou à Universal. Aos 22 anos, falida, cheia de dívidas e doente.  E lá sua vida foi completamente transformada. Antes disso, porém, por muito tempo hesitou em ir à igreja porque acreditava que Deus também a havia rejeitado, devido a tantas escolhas erradas que fizera ao longo da vida. "Quando  passei a entender que Ele não me rejeitou, que Ele havia me escolhido, foi quando comecei a acreditar que podia ter uma vida melhor".
Venceu os traumas, foi curada e terminou aquele relacionamento que a fazia dependente. "Eu venci isso, enxerguei que aquilo não era o que Deus queria para mim. E como ele [o então namorado] não queria mudar, comecei a cuidar da minha vida, e cresci espiritualmente".
“Mas como obter essa mudança? Qual a diferença entre o que você  ouviu de Deus  para o que os profissionais, como psicólogos e terapeutas dizem?”, questiona Cristiane.
"Eu comecei a acreditar em mim mesma. Você pode ir ao psicólogo, você pode ir à igreja, você pode ouvir a Palavra de Deus, mas se você não estiver disposta a acreditar, sua vai nunca vai mudar. Você precisa tomar uma decisão. Mas sozinha você não consegue. Foi permitindo Deus atuar na minha vida que Ele foi me mudando", responde Márcia.
Entendendo as raízes
Foi nesse processo de crescimento espiritual que ela pôde perceber e entender as raízes. O porquê do seu complexo de inferioridade, da necessidade de agradar às pessoas e por que se via feia. "E nesse processo, você não consegue perdoar se não tiver a força de Deus", ressalta Márcia.
"É uma coisa espiritual", completou Cristiane. "Quando você está numa situação que não consegue se desligar e conectar com o ideal, é porque você está precisando da ajuda de Deus".
Ao chegar à Universal,  Márcia entendeu que ainda que resolvesse todos os seus problemas não seria o suficiente.  Ela precisava saber quem era, porque havia crescido sem identidade. "E isso Deus me deu quando ouvi pela primeira vez que Ele me valorizava. Os nossos pensamentos vão mudando e a gente vai tendo paz".
Perdoou a mãe e seus abusadores. "É difícil você, sozinha, conseguir isso, mas Deus lhe dá condições. É uma decisão, não é sentimento", enfatiza.
Casou com um homem de Deus. Está casada há 22 anos e vive feliz. Faz a Obra de Deus na África e ajuda a milhares de mulheres que sofrem ou já sofreram  com a violência doméstica.
Márcia é uma Raabe, e esse também é o nome do projeto criado para dar apoio psicológico e emocional às mulheres vítimas de violência doméstica.
“Raabe era uma prostituta. Mas um dia ela teve a oportunidade de mudar de vida. Ela creu e por isso mudou a história da vida dela.  Ela ouviu falar de Deus. Quando os espias foram espiar a terra, foram exatamente onde ela morava e se esconderam lá. Você acha que foi coincidência esses homens irem exatamente à casa daquela mulher?", reflete Cristiane.
"Deus mandou esses homens até ela justamente para lhe dar uma oportunidade para sair daquela vida. E Deus também quer fazer o mesmo com você. Mas, para isso, é preciso você querer", finalizou.
Raabe quis. E você?

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Sexo inteligente

Descubra qual o segredo da intimidade do casal


Por Jaqueline Corrêa / Fotos: Renato Lelles
jaqueline.correa@arcauniversal.com


"O que é sexo?” O escritor e palestrante Renato Cardoso pergunta à plateia de mais de 7 mil pessoas presentes no Cenáculo da João Dias, em São Paulo, e para mais de 100 mil espalhadas pelo País, que assistem ao evento “Sexo em um casamento blindado – os segredos da intimidade do casal”, transmitido por videoconferência, neste sábado, 29.
A pergunta foi feita porque, na verdade, sexo vai muito além que dois corpos se relacionando. “É muito maior e sublime do que a maioria das pessoas entende”, ressalta ele.
Para se entender melhor, é necessário compreender o sentido espiritual do sexo.
Ainda na criação, quando homem e mulher foram criados e estavam sós na Terra, a primeira coisa que Deus falou ao casal foi: “Façam sexo!” Parece estranho Deus, um Ser espiritual e Criador de tudo, falar às suas criaturas que deveriam se relacionar sexualmente.
No entanto, se pararmos para raciocinar, veremos que é muito racional e propício o Seu pedido, visto que para que a Terra fosse povoada, seria necessária a procriação. E como povoar um lugar, se não pelo meio mais natural, o sexo? (Leia Gênesis 1:28)

Se Deus abençoou o sexo entre o casal no início da criação, abençoa também no casamento. “O casamento começava com o ato conjugal. Deus designou o sexo como o ato que iria consumar o casamento”, explica Renato. Então, era ali, na noite de núpcias, que se consumava o pacto, a aliança, entre as duas pessoas. "Porque o sexo tem o poder de unir as duas pessoas. No sexo há uma troca de emoções, de almas”, completa.
Mas, e quando o sexo é feito fora do casamento?
O que pode acontecer é um efeito contrário e, em vez de um casal ficar unido, acabar se separando. O problema está justamente na prioridade das coisas. Se a mulher cede a um homem, num relacionamento sem compromisso, é muito provável que ela fique esperando a ligação dele, enquanto ele já está pensando na próxima “aventura” com outras pessoas.
E se ela cede em vários relacionamentos que tem? “Quando ela tem relações fora do casamento, muitas vezes, associa o sexo com a rejeição. Porque se não for dentro de um compromisso, as expectativas dela são frustradas. Se ela tem muitas experiências antes do casamento, e se for dispensada pelo homem, haverá um dia em que passará a associar o sexo com nada. Para ela, o sexo passará a não significar mais nada”, destaca a também escritora e palestrante, Cristiane Cardoso.

A “porta da felicidade”
Nem é preciso realizar uma pesquisa para saber qual é um dos maiores interesses do homem na mulher. Sem titubear, Renato dispara: “É a 'portinha da felicidade'”, fazendo o público cair na risada.
Mais uma vez entra em cena a ordem das coisas e, consequentemente, o respeito. Porque “se a mulher se respeita, o homem vai ‘trabalhar’ para conseguir a chave dessa porta”, afirma.
E qual é a chave dessa porta?
“O coração.”
Ou seja, “no relacionamento sadio, o homem trabalha para conquistar a mulher”.
Porque, se dentro do casamento, o homem ignorar os sentimentos da esposa, o coração dela, e pensar apenas em si, como ele terá acesso à porta? Pode até ter, mas não será bom para ela.
Por outro lado, “a mulher também tem a chave para o homem. E o que ela quer do homem é o coração dele”, diz Cristiane. “Ela quer ter a certeza de que o coração dele é dela”, completa.
E se o casal usar a inteligência, notará que para um fazer o outro feliz é necessário que compreendam a prioridade das coisas. “Para o homem chegar à 'portinha', primeiro ele tem que passar pelo coração da mulher. E a chave para conquistar o coração dele é a 'portinha' dela”, afirma Cristiane.

É preciso que o casal saiba disso, porque “o sexo é a única coisa exclusiva ao casal”. O homem pode ter seus amigos, suas atividades, e a mulher também, mas “o sexo é o caminho para unir os dois”, ressalta Renato.
Ponto C – cérebro
Por isso a importância de homem e mulher conhecerem bem um ao outro para que, assim, os dois possam se satisfazer. Até porque, numa sociedade em que o sexo é bombardeado para todos os lados, estando presente no dia a dia, das capas de revista aos comercias de tevê, é fundamental o casal estar alinhado nessa questão, para não sofrer com essas influências externas.
Mas há quem sofra também com as influências internas: quando homem e mulher trazem à tona sentimentos e lembranças de relacionamentos anteriores, acarretando sérios problemas ao casamento.
Então, como se livrar de tudo isso?
“Reciclando a mente”, Renato responde. Tirando essas informações da cabeça e usando a imaginação sadia para com a esposa ou marido.
O Amor no casamento
Não foi por acaso que o tema da reunião foi o sexo no casamento. Se vivemos dias em que o sexo é o “papel de parede” – como define Renato – para tudo na sociedade, os casais cristãos também devem dar total atenção a essa área.
E para quem ainda é solteiro, como encontrar a pessoa que o fará realizado em todos os sentidos?
Cristiane responde: “Eu fui para o Altar. Sacrifiquei a Deus o que tinha de mais valioso, porque queria de Deus uma pessoa que me completasse.”
Mas, e quando já se tentou de tudo e o casamento continua em crise? Como superar as contendas bobas e viver de fato uma união feliz?
“Eu também fui para o Altar. Briguei com Deus, no Altar, porque estava cansado de viver um casamento em crise. Foram 12 anos vivendo assim, mas tudo mudou a partir dali”, destaca Renato.

Tanto Renato como Cristiane - autores do livro premiado "Casamento Blindado - o seu casamento à prova de divórcio" - venceram as crises no relacionamento no Altar. Ela, ao encontrar a pessoa amada a partir de um sacrifício. Ele, ao encontrar o ponto de partida para a restauração, numa luta com Deus. Ambos venceram, e agora estão prestes a completar 22 anos juntos, unidos e felizes. "Sem rotina!"
“Você pode ter tudo no seu casamento, mas se não tiver o Deus do Amor nele, é quase impossível que dê certo”, reitera Renato.
Porque o segredo da intimidade do casal consiste basicamente em duas coisas: que Deus esteja presente e que marido e mulher saibam que a razão do sexo existir é dar prazer à outra pessoa - um priorizando o prazer do outro.
O segredo você já sabe. Analise a sua vida e o seu casamento. E veja se não está na hora de partir para a luta rumo a uma mudança completa.

Bispo Edir Macedo fala sobre o livro "Nada a Perder"

Leitores perguntam, e ele responde


Da Redação (*) / Foto: Cedida
redacao@arcauniversal.com

O livro "Nada a Perder" é o primeiro da trilogia de memórias do bispo Edir Macedo, fundador da Universal. Dificuldades enfrentadas e momentos de perseguição e de superação são alguns dos temas principais da biografia, que durante décadas foram guardados e, em 2012, revelados à sociedade.

O bispo Macedo traz sua versão para fatos polêmicos, como a prisão dele em 1992, descrevendo detalhes e lições que passou durante os 11 dias em que ficou atrás das grades. Em sua biografia, ele fala de detalhes íntimos de sua infância, como a humilhação que sofreu pelo defeito físico em uma das mãos.
Em uma entrevista exclusiva à Revista IURD News, de Portugal, na edição de comemoração dos 36 anos de existência da Universal, o bispo Macedo respondeu algumas perguntas colocadas pelos leitores sobre "Nada a Perder". Acompanhe:

Pergunta: Achei curioso a sua esposa ter citado no livro que o senhor parecia como que um "leão enjaulado", devido à resistência dos dirigentes da denominação a que pertencia em lhe darem a oportunidade de fazer aquilo que tanto queria, que era levar uma luz de esperança e mudança de vida àqueles que sofrem. Ao ver-se retraído por pessoas que tinha, talvez, como uma referência, que tipo de pensamentos isso despertou no senhor? Achava que essas pessoas estavam em seu caminho, impedindo-o de prosseguir com aquilo que já sabia que queria fazer? Rui Laureiro - Almada

Resposta Bispo Macedo (BM): Isso despertou pensamentos como: "Não posso depender de ninguém, não posso espelhar-me em ninguém senão no amigo de Deus – Abraão." Eu vou andar com Deus, não importa o que dizem, pensam ou acham.” E sim, é o que eu creio. Nunca duvidei, mas nunca permiti que as pessoas egoístas, acomodadas ou religiosas influenciassem as minhas convicções e decisões sob a Palavra de Deus e a minha fé inteligente.

Pergunta: Gostaria de colocar uma pergunta de foro familiar, sendo que o senhor também é um homem de família e sujeito a problemas desse âmbito, como relata no livro (a sua indignação com Deus quando a sua filha nasceu com problema de saúde). Sou uma pessoa que frequenta a Igreja há cerca de 20 anos e acredito ser convertida, daí a minha questão. Gostaria de saber se a maldição familiar pode continuar na família, mesmo eu sendo convertida, pois vejo meus netos fazer o que minha filha fazia, algo que me deixa bastante indignada.M. José - Torres Vedras

Resposta BM: O que garante a quebra de qualquer maldição hereditária é a libertação, a conversão e o novo nascimento de um membro dessa família. O problema físico da minha filha foi congênito, e não espiritual, mas, se eu não fosse liberto, convertido e nascido de novo, certamente teria sido uma maldição, tanto para ela, como também para toda a família. Mas ela é uma bênção. Não podemos obrigar os nossos familiares a crerem e assumir a fé no Senhor Jesus, mas, por meio da nossa perseverança, seremos salvos e eles também. Não se deixe influenciar pelas circunstâncias.

Pergunta: Foi um momento revelador saber no seu livro que a dona Cristiane, quando recebeu o Espírito Santo, passou por momentos de dúvida e por lutas interiores. Sempre pensei que, ao recebermos o Espírito Santo, a vida fosse, de certa forma, mais "facilitada". Como é que o senhor encara todas as lutas por que passa e passou, sendo um homem batizado com o Espírito Santo? O. Maria – Alfragide

Resposta BM: Encaro como motivo para nos gloriarmos no nosso Senhor Jesus, que nos permite passar por tribulações para que amadureçamos e aprendamos a viver pela fé inteligente e não pelas emoções.
Pergunta: Gostaria de saber, à luz do que o senhor passou com o problema de saúde da sua filha Viviane, como podemos distinguir a doença física da espiritual (que é uma espécie de teste à nossa fé). Ou seja, o que podemos considerar como “normal” quando se trata de problemas de saúde? Andréia R. - Varge Mondar

Resposta BM: O problema da Viviane foi algo congênito - físico -, mas que foi palco de um milagre diante de como ela seria se Deus não interviesse por meio do uso da nossa fé inteligente e tratamentos médicos. Os problemas de origem espiritual, geralmente, quando diagnosticados, são tratados e não superados. Já os físicos são diagnosticados, tratados e superados. Não se esqueça de que, mesmo sendo de Deus, estamos sujeitos à necessidade de ter uma alimentação equilibrada, fazer exercícios regularmente e descansar o necessário.

Pergunta: No livro há um trecho, no capítulo 2, em que o senhor fala que uma vida salva não tem preço, e, um pouco mais à frente, o senhor cita a "indefinição", a sua preocupação em ter a sua alma salva e a dificuldade que tinha em entregar-se a Jesus. Isso também acontece com muitas pessoas nos dias atuais. Quais os principais obstáculos que essas pessoas atravessam? E como superá-los? E. Castanheira - Alverca

Resposta BM: Os principais obstáculos por todos para serem salvos são: A falta de arrependimento (consciência da gravidade dos seus erros cometidos, conscientemente, que os separam de Deus). Entrega incondicional de suas vidas: vontades, planos, desejos, sonhos... tudo. E obediência à Palavra de Deus, sobre todos os sentimentos, circunstâncias e pessoas. Supero tudo isso e muito mais quando há sede e fome de justiça.

Pergunta: Por que uma trilogia? E para quando o próximo livro? Martha R. - Espanha

Resposta BM: Porque são tantas coisas IMPORTANTES que, se resumisse tudo num volume, ficaria tudo limitado. Com a trilogia poderemos entrar em detalhes importantes, que ajudarão a entender e fazer em diferentes circunstâncias. O próximo será no segundo semestre deste ano.

(*) Com informações da Revista IURD News de Portugal

Refrigério de Deus para os fiéis suíços

Novo Centro de Ajuda Espiritual é inaugurado na cidade de Sion


Da Redação / Fotos: Cedidas
redacao@arcauniversal.com


A Universal vem ampliando seu alcance pelo mundo. Recentemente, mais um Centro de Ajuda Espiritual foi inaugurado, dessa vez na cidade de Sion, na Suíça, país situado no continente europeu. Foi um dia de muita alegria para os fiéis suíços.
A reunião inaugural, celebrada pelo bispo Eduardo Bravo, começou com um grande número de bênçãos. No momento da consagração do local, o bispo recordou o que Deus disse sobre o Templo de Salomão:
“Estarão abertos os Meus olhos e atentos os Meus ouvidos à oração que se fizer neste lugar. Porque escolhi e santifiquei esta casa, para que nela esteja o Meu nome perpetuamente; nela, estarão fixos os Meus olhos e o Meu coração todos os dias.” 2 Crônicas 7:15-16
O bispo Eduardo citou o exemplo de Abrão que, apesar da idade avançada, acreditou no invisível e obedeceu a voz de Deus.
“Ora, disse o Senhor a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei.” Gênesis 12:1
De acordo com o bispo, nós também devemos viver como Abraão, de fé em fé.
A ocasião ficou marcada pelas muitas vidas tocadas pelo poder de Deus. Ao final do encontro, uma oração foi realizada para as pessoas que desejaram renovar as suas vidas.
O novo Centro de Ajuda Espiritual da Suíça fica localizado na rua Cedar, 24 – 1950, na cidade de Sion, a menos de 160 quilômetros da capital, Berna.
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